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Exclusivo • Sucessor do polêmico MegaUpload fica inacessível nas redes da Claro, Oi, Vivo e Algar. Plataforma tem 20 milhões de usuários no Brasil.

A informação de que o site Mega foi bloqueado na Claro/NET, Oi, Vivo e Algar vem dando o que falar. Numa conversa exclusiva com o TechTudo, o presidente do serviço de armazenamento, Stephen Hall, alega que não teve a oportunidade de se manifestar perante a Justiça brasileira antes de sofrer o banimento. Diz o executivo que a plataforma não recebeu qualquer aviso: “Ficamos sabendo do bloqueio quando usuários começaram a reclamar que não conseguiam acessar os arquivos de trabalho e pessoais”.

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São 20 milhões de pessoas cadastradas no Mega somente no Brasil e mais de 155 milhões no mundo. Nem todas estão sem acesso à plataforma. Hall afirma que nenhuma informação chegou à matriz na Nova Zelândia. Mesmo assim, ele promete recorrer da decisão.

O dirigente aponta que a solicitação partiu da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA). A entidade setorial informou o seguinte em nota: “Os processos relacionados a sites com conteúdos irregulares tramitam em segredo de Justiça. Por esta razão, não podemos comentar a respeito. Ficamos à disposição para outras informações.”

A Algar Telecom informou em 2 de outubro que “trata-se do cumprimento de uma ordem judicial, porém a companhia não comenta processos”, enquanto a vivo disse na mesma data que “realiza bloqueios somente mediante ordem judicial”. A Claro vai apenas “não vai comentar, apenas cumprir a decisão judicial”. A Oi declarou em 3 de outubro “que não foi intimada da decisão da Justiça e não bloqueou o acesso ao site Mega.zn”.

Enquanto a situação não se resolve, internautas continuam sem acessar o endereço mega.nz e outros oito domínios citados na decisão publicada no Diário do Tribunal de Justiça de São Paulo em 12 de setembro.

Histórico controverso
A plataforma Mega permite salvar toda sorte de arquivo digital na internet. Os documentos ficam acessíveis por computador ou celular. A plataforma foi criada com o fim do lendário e polêmico site MegaUpload, encerrado depois de uma acusação dos Estados Unidos por suspeita de pirataria. Em 2012, o fundador da plataforma, Kim Dotcom, chegou a ser preso a pedido do FBI.

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Desde então, a empresa Mega se coloca como uma defensora da privacidade no ambiente online. São oferecidos 50 GB de graça para guardar arquivos, muito mais que os 15 GB do Google (incluindo Google Drive, Google Fotos e Gmail) e os 5 GB da Apple (contando com iCloud).

A empresa afirma manter “uma excelente relação com autoridades internacionais de conformidade e grupos industriais como a Associação de Cinema dos Estados Unidos (MPAA, na sigla em inglês)”. Menciona ainda um “excelente histórico de processar rapidamente todos os pedidos de retirada de conteúdo por violação de direitos autorais”.

Hall explica que usuários em situação irregular são retirados da plataforma após três reclamações. O procedimento é conhecido no mercado de internet como “regra dos três strikes”.

Fonte: https://www.techtudo.com.br/noticias/2019/10/presidente-diz-que-mega-nao-foi-consultado-por-justica-site-esta-bloqueado.ghtml

A Cruz Vermelha informou que 13 mil imóveis foram danificados após a tempestade chegar ao arquipélago no Atlântico.

O furacão Dorian é um mortal ciclone tropical em plena atividade, que atualmente ameaça várias ilhas nas Bahamas e se dirige para o Sudeste dos Estados Unidos. A quarta tempestade classificada e o segundo furacão dessa nova temporada de furacões no Atlântico em 2019, Dorian foi criado a partir de uma onda tropical no dia 24 de agosto localizado na região do Atlântico central. O sistema ganhou grandes proporções gradualmente enquanto dirigia-se rumo as Antilhas Menores, antes de transforma-se em furacão no dia 28 de agosto. No dia 31 de agosto, Dorian foi classificado em furacão de magnitude maior, entrando na categoria 4 e entrou para a historia como o furacão mais forte do Atlântico durante o mês de agosto superando o furacão Dean em 2007. No dia seguinte, Dorian aumentou sua intensidade para categoria 5, atingindo o seu ponto de convergência máximo, com ventos de até 298 km/h e uma pressão no centro mínima de 910 milibares, enquanto preparava-se para tocar a ilha Elbow Cay, Bahamas às 16:40 UTC com ventos alcançando os incríveis 354 km/h, gerando a marca histórica de maior rajada catalogada na região do Hemisfério ocidental.

dorian hurricane

De 26 ao 28 de agosto, a tempestade afetou a região do Caribe, devastados pelos furacões Irma e Maria em 2017. Foram tomadas várias medidas para redução de danos, especificamente em Porto Rico. Uma pessoa morreu em Porto Rico enquanto preparava sua casa para a tempestade. Os ventos poderosos afetaram principalmente às Ilhas Virgens, onde os ventos atingiram os 179 km/h. No entanto, os danos nestas regiões foram relativamente menores. No dia 1 de setembro, o furacão Dorian chegou às Bahamas, devastando algumas das ilhas e causando ventos fortes na casa dos 320 km/h.

O furacão Dorian foi reclassificado, segunda-feira 2 de setembro de 2019, para categoria 4 segundo a última atualização do Centro Nacional de Furacões em Miami. No domingo (1º) de setembro, ao tocar o solo nas Bahamas, os ventos do furacão alcançaram uma velocidade de 295 km/h, que fizeram Dorian entrar na categoria 5, a mais alta da escala utilizada pelos cientistas. Embora seja previsto um enfraquecimento natural, conclui-se que o furacão Dorian siga bem ativo nos próximos dias.

Segundo o último boletim do Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, emitido às 11h (12h em Brasília), Dorian perdeu levemente a intensidade das rajadas de ventos nas últimas 2 horas. Com ventos de 300km/h, o furacão segue em direção à Costa Leste dos Estados Unidos, onde milhares de pessoas receberam ordens para abandonar suas casas.

Fonte: https://www.omao.noaa.gov/find/media/video/noaa-p-3-hurricane-hunter-flight-eye-hurricane-dorian-1-sept-2019

O Portal e-cidadania do Senado está com consulta aberta para a população para dizer se é a favor ou contra o projeto de lei que visa incluir fraudes com pirâmide financeira no Código Penal.

A proposta de lei nº 4.233/2019, de autoria do Senador Flávio Arns (Rede/PR), tem como objetivo aumentar a punição para a prática de pirâmide financeira, que atualmente é tratado como uma espécie de crime contra economia popular.

O projeto de lei foi apresentado num momento em que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) apontou um aumento nas denuncias envolvendo esquemas de pirâmides.

O superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores da CVM, José Alexandre Vasco, chegou a afirmar numa entrevista cedida ao jornal Gazeta do Povo que houve um aumento de 204% de denúncias entre os anos de 2015 e 2019.

O fato é que esse crime até então não está incluído no Código penal brasileiro e é tratado por legislação própria. A Lei 1.521/51 prevê para esse tipo de fraude pena de detenção de 6 meses a 2 anos, cumulada com uma multa.

Segundo a consulta aberta no portal e-cidadania, o projeto tem conseguido aprovação de grande parte da população. Dos 187 votantes até nessa sexta-feira (23), 172 se mostraram a favor de se incluir pirâmide financeira no Código penal e com isso tornar mais gravosa a punição.

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Pirâmide criminalizada

Caso a proposta de Arns passe no Senado com a atual redação e não sofra veto do presidente Jair Bolsonaro, o crime será penalizado com reclusão de um a cinco anos e multa.

A ideia é punir com mais rigor não só pelo aumento de tempo, mas também pelo modo como a pessoa que cometer esse ato vai cumprir essa pena.

De acordo com o Código Penal, na detenção não cabe o cumprimento em regime fechado como ocorre no caso de reclusão. Para que isso ocorra tem de haver a necessidade de transferência ao regime fechado.

Na justificação do projeto, Arns afirmou que a atual punição prevista para esse crime que “apresenta sérios riscos à coletividade e graves perturbações à ordem econômica” é muito branda.

“São penas atualmente tão inócuas que o Poder Judiciário tem preferido enquadrar as práticas de pirâmides financeiras no tipo geral de estelionato. Assim, propomos trazer o crime para o Código Penal (CP), como tipo autônomo e com descrição mais precisa e efetiva, com pena-base igual à do crime de estelionato – reclusão, de 1 a 5 anos, e multa”.

Escalonamento na punição

O Senador ainda sugeriu que houvesse um escalonamento na punição levando em conta o tamanho do prejuízo ou da vantagem levada pelo criminoso com essa prática fraudulenta.

Caso haja vantagem ou prejuízo total for igual ou superior a cem salários mínimos, a pena será de dois a seis anos de reclusão. Essa punição, no entanto, será de até oito anos, caso o valor chegue a mil salários mínimos.

A maior pena será para aqueles que causarem prejuízo ou obtiverem vantagem a partir de dez mil salários mínimos. Esses correm o risco de passar até doze anos em reclusão.

Como não pode haver duas normas conflitantes vigendo, o senador sugeriu no projeto que o atual dispositivo que trata sobre pirâmide financeira seja revogado e no lugar dele se tenha a nova regra.

Fraudes com criptomoedas

Arns não tem apenas buscado criminalizar mais as pirâmides financeiras, mas também quaisquer outros esquemas fraudulentos que envolvam criptomoedas.

Em seu outro projeto de lei que visa regular as atividades das exchanges de criptomoedas, o senador previu o aumento de pena para empresas que usassem esses ativos para esquemas de fraudes.

Em entrevista cedida ao Portal do Bitcoin, ele falou da necessidade de se regular esse mercado para criar barreiras as práticas como pirâmides financeiras e lavagem de dinheiro.

Fonte: https://portaldobitcoin.com/senado-abre-votacao-popular-para-tornar-piramide-financeira-crime/

Com a ajuda de um grupo anônimo de hackers, autoridades investigam ao menos sete empresas de investimentos clandestinos e que atraem, pelo menos, 4 milhões de pessoas

50 pirâmides financeiras estão na mira da Justiça

Depois da engorda de bois que não nasceram nas Fazendas Reunidas Boi Gordo e dos telefones da Telexfree que não davam linha, uma nova onda de investimentos suspeitos de prática de pirâmide financeira cresce pelo Brasil. Os supostos esquemas, agora, envolvem as moedas virtuais, ou criptomoedas, como o bitcoin. As empresas prometem ganhos de até 50% ao mês sobre o capital aportado pelos investidores.

Essas empresas estão sob a mira do Ministério Público Federal, da Polícia Federal e da Procuradoria da Fazenda Nacional. Nos últimos meses, as autoridades fecham o cerco sobre esses grupos que, segundo a polícia, apresentam-se disfarçados de empresas de investimentos. Supervisionado por essas autoridades, um grupo anônimo de hackers formado por integrantes do mercado de criptomoedas identificou mais de 50 empresas do gênero em atividade pelo Brasil no momento.

Com base em decisões recentes da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), cruzando com investigações em curso pela Polícia Federal e denúncias do Ministério Público, a reportagem chegou a sete dessas empresas.

Todas são tocadas por empresários já conhecidos pela polícia, com histórico de envolvimento em outras pirâmides financeiras (veja no gráfico abaixo).

As autoridades estimam que esses negócios movimentam algumas dezenas de bilhões de reais e que tenham arregimentado, pelo menos, 4 milhões de pessoas. Apenas uma dessas empresas, a FX Trading, contava, segundo a própria empresa, com quase 2 milhões de investidores no final de junho.

De acordo com as autoridades, o alto crescimento desses negócios está no fato de que eles realmente pagam aquilo que prometem no início aos participantes. O dinheiro para os saques seria proveniente dos novos aportes, realizados pelo crescimento da base de clientes, e não resultado dos investimentos que eles dizem realizar.

Para se ter uma ideia, enquanto uma aplicação de renda fixa como um CDB emitido por uma banco de grande porte rende entre 5% e 6% ao ano, as empresas que operam nesse modelo divulgam lucros de 20%, 30% e até 50% ao mês sobre o capital investido.

E, para pagar esse “lucro”, as autoridades dizem que as empresas precisam aumentar sua base de participantes pelo menos de forma proporcional. “Uma empresa que diz pagar 15% de juros ao mês, precisa aumentar sua base de vítimas em pelos menos 15% ao mês”, explica Guilherme Helder, delegado da Polícia Federal do Espírito Santo, que investiga algumas dessas empresas.

Como justificativa para esses rendimentos turbinados, as empresas divulgam vídeos e fazem encontros presenciais com possíveis interessados. Nelas, recorrem ao histórico de oscilação do bitcoin, moeda virtual que, no final de 2017, alcançou uma valorização de quase 1.000% em um ano, chegando a US$ 20 mil - para desabar na sequência e nunca mais recuperar esse patamar.

Os empresários do ramo afirmam aos investidores serem capazes de multiplicar essa oscilação com a técnica da arbitragem internacional das moedas (comprar barato em um país para vender mais caro em outro).

Especialistas, contudo, duvidam da técnica. Segundo eles, apesar de lucrativa, essa arbitragem não é garantia de sucesso há pelo menos dois anos e, mesmo no passado, sempre dependeu de fatores externos ao interesse do operador para ser bem-sucedida.

“Hoje existe uma diferença do preço do Brasil para o exterior, mas é bem menor”, diz Raphael Soffieti, especialista em criptomoedas do Zero Bank. “Até o começo de 2017 existia uma diferença no preço do bitcoin do Brasil para os Estados Unidos de até 15%. Quando começaram a entrar grandes players no mercado, incluindo bancos, essa diferença caiu praticamente para zero. Hoje podemos falar tranquilamente que essa diferença chegou a 1% e, muitas vezes, ela nem existe.”

Das sete empresas identificadas pela reportagem, uma se tornou alvo de uma operação da Polícia Federal, no dia 21 de maio, outra foi denunciada pelo Ministério Público no começo de junho, e outras duas deixaram de operar, concluindo o golpe, na opinião dos investigadores. Em pelo menos um desses casos, da empresa King Investimentos, o fim da operação acabou em caso de polícia. Furiosos, os investidores invadiram a sede do empreendimento na cidade de Rondonópolis, em Mato Grosso, depredaram as instalações e agrediram funcionários.

“A volatilidade das criptomoedas por si só já demonstra que o sistema de rentabilidade fixa nesses modelos de empresas é uma bola de neve em que uma hora novos investidores estarão na verdade remunerando a rentabilidade dos anteriores, o que caracteriza o modelo piramidal, conhecido pelo mercado como esquema de Ponzi”, diz a Procuradora da Fazenda Ana Paula Bez Batti.

Segundo ela, a falta de regulamentação do mercado de criptomoedas, onde não há sequer a obrigatoriedade de identificação no momento da abertura de um cadastro nas corretoras especializadas, leva muitas empresas que ela reputa de má-fé a ocultar o registro de seus domínios na internet. “E sumirem com o dinheiro de seus clientes, dificultando para as autoridades identificar os atores dessas fraudes”, conta.

Uma das empresas suspeitas de pirâmide com criptomoedas é a FX Trading, de Philip Wook Han, um brasileiro filho de sul-coreanos, nascido em Foz do Iguaçu (PR). Ele já é investigado pela Polícia Federal por outro esquema de pirâmide, o iFreex, no Espírito Santo e, recentemente, foi alvo de um ato declaratório da CVM, órgão que regula o mercado de capitais no Brasil.

A CVM proibiu a atuação da FX no mercado de valores mobiliários e determinou a suspensão imediata de veiculação de qualquer oferta, sob pena de multa de R$ 1 mil por desrespeito da decisão. A empresa segue em operação. Recentemente, Philip Han colocou quase 7 mil pessoas dentro do Credicard Hall, casa de shows tradicional da zona sul de São Paulo, em um evento de motivação para a FX, decorado por sua coleção de carros importados, que inclui Ferraris vermelhas e McLarens amarelas.

O principal chamariz da FX é a promessa de um retorno de 30% ao mês, com a arbitragem de criptomoedas. Os pacotes de investimento começam em US$ 100 por mês, com lucro de US$ 40. Quem aportar US$ 50 mil terá, segundo a empresa, retorno de US$ 20 mil, com pagamentos aos aplicadores todas as segundas e sextas-feiras. A empresa se diz sul-coreana e, em posts simples nas redes sociais e mensagens de WhatsApp, afirma que está presente em mais de 200 países, com 7 milhões de clientes ativos.

A polícia, contudo, afirma que a FX Trading é operada do Brasil por Philip Han, que hospeda os sites no exterior para dificultar a ação das autoridades.

De acordo com um empresário do ramo, também investigado por esquema de pirâmide e que conversou sob a condição de anonimato, os investimentos clandestinos terminam de duas formas: abruptamente ou bem devagar. “A segunda opção é sempre a perseguida pelos estelionatários, que tentam evitar a todo o custo a versão abrupta, que sempre causa furor no mercado”, diz.

Um exemplo de fim tumultuado dentro desse mercado é o da Fazendas Reunidas Boi Gordo. A empresa prometia retornos de até 42% em um ano e meio em troca de investimentos coletivos em bezerros e no processo de “engorda do gado”, mas caiu subitamente em 2004, deixando dívidas de R$ 4,2 bilhões e um rastro de 32 mil pessoas sem seus investimentos. “Não queremos ninguém batendo em nossa porta”, diz Philip Han a um investidor. Envolvidos com o esquema duvidam disso. “Normalmente, quando chega nessa proporção (da FX), é bem difícil não causar barulho. E depende muito também da inteligência do cara. As vezes, ele se considera tão bom que vai até o fim e deixa a coisa explodir”, afirma um líder de equipe de vendas do setor.

Segundo especialistas, o momento de encerrar um golpe do tipo é quando o negócio começa a arrecadar menos do que está pagando. Quando as retiradas são maiores do que as entradas, o dono começa a alterar os bônus pagos aos participantes. Começa com pequenas travas de saques, aumenta as taxas e, quando a coisa aperta, diminui os bônus.

“Aí, se o dono tiver sorte, as pessoas vão saindo, até que quem fica é tão pouca gente que o barulho da reclamação não é tão grande… No final, o negócio, que era um esquema, foi mudando até se tornar um negócio normal. Ninguém que entrou pelo esquema quer mais continuar nele”, destaca o ex-dono de uma pirâmide.

Para as autoridades, quem está neste momento de desembarque do esquema é Nivaldo Gonzaga dos Santos, da Zero10. Nivaldo possui dois CPFs e responde a processo por estelionato e furto em Mato Grosso do Sul.

Numa tentativa de despistar as autoridades, ele está finalizando as atividades da Zero 10. No lugar, recentemente lançou a empresa Tree Parts, que opera no mesmo endereço, com os mesmos telefones e com esquema parecido.

Santos começou a carreira em outros esquemas, como Bboom, Telexfree, Mistercolibri, Paymony, todas empresas alvo de processos por pirâmide financeira. A Zero10 é alvo de processo na CVM, que já proibiu a sua atividade. Ela garante retorno de 15% ao mês sobre os investimentos.

O modelo de negócios da Zero 10 é similar ao da empresa Indeal, de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. A empresa teve a estratégia de expansão acelerada de investidores interrompida por uma operação da Polícia Federal no dia 21 de maio.

A Indeal já estava proibida de atuar pela CVM depois de uma campanha de publicidade local em que prometia 15% de retorno aos clientes por mês. No dia 21 de maio, contudo, uma operação conjunta entre as polícias Civil e Federal e a Receita Federal fechou a empresa e prendeu os proprietários, Regis Lippert Fernandes, ngelo Ventura Silva, Marcos Antônio Fagundes, Tássia Fernanda da Paz e Francisco Daniel Lima de Freitas.

Segundo a polícia, eles vão responder por gestão fraudulenta, por não investirem em criptomoedas como prometido, e por apropriação indébita financeira. Eles são acusados de desviar cerca de R$ 700 milhões dos investidores.

Os sócios já tinham liderado outro esquema acusado de pirâmide financeira com criptomoeda, a Minerworld, de Cícero Saad e Hércules Gobbi, alvo da operação “Lucro Fácil”, da Polícia Federal, em abril de 2018.

A reportagem tentou por quase 60 dias contato com os citados. Leidimar Bernado Lopes, da Unick, James Batista, da Nasdacoin, e Nivaldo Gonzaga dos Santos, da Zero 10 e Tree Parts, não responderam aos pedidos de entrevista feitos por intermédio de funcionários ou pessoas próximas. Mateus Ceccatto, da King, não foi localizado. A defesa dos sócios da Indeal não respondeu aos pedidos de entrevista.

Por meio de sua então assessoria de imprensa, Phillip Han, da FX Trading, disse que os advogados da empresa entrariam em contato. Em uma ocasião, um homem que se apresentou como representante legal da FX, falou com o Estado, para agendar um encontro. Questionado sobre o nome e seu registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a pessoa desligou o telefone e não voltou a procurar a reportagem.

Os donos da Goodream foram contatados por meio da ex-diretora de marketing da empresa, Regina Vitória. Ela negou a participação no esquema e disse que estava em outra empresa. Por isso, não tinha mais contato com os donos da Goodream. Oziel Rodrigues e Alan Souza não responderam às mensagens em seus celulares.

Mais informações: https://www.estadao.com.br/infograficos/economia,novas-piramides-prometem-lucro-de-ate-50-com-investimentos-em-bitcoin,1002597

O Novo Renault KWID OUTSIDER trouxe seus heróis de volta. Aperte o play e confira essa superprodução.

De acordo com Frederico Goyret, diretor de marketing da Renault no Brasil, a ideia por trás do “Deixe o Impossível Para Trás” foi contextualizar o Kwid Outsider dentro do universo da cultura pop, no mesmo formato que foi feito com o Kwid original na campanha da marca com o Hulk em 2017. “No caso de ‘Caverna do Dragão’, temos uma série que se tornou um fenômeno no país, mas que nenhuma outra marca explorou seu potencial na publicidade brasileira. A Renault é a primeira” declara o publicitário.

Caverna do Dragão

“Esta é uma campanha com um forte componente emocional, pois mexe com a memória afetiva do brasileiro. Estamos resgatando uma série que as pessoas amam e transformando a animação em personagens de carne e osso. E o Kwid Outsider será protagonista dessa aventura.” diz o CCO da DPZ&T Rafael Urenha, que ainda confirma que além dos teasers e pôsteres lançados antes da estreia do comercial a campanha contará com outros materiais à partir da peça central, incluindo spots que brincam com o universo de “Caverna do Dragão” enquanto demonstram as funcionalidades do veículo.

Fonte: https://www.renault.com.br/veiculos/conheca-nossa-gama/kwid.html

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